6ª edição
23.09 — 25.10 · São Paulo Ministério da Cultura e Vivara apresentam
Ingressos · 23.09 — 25.10.2026 · entrada gratuita

Garanta seu ingresso gratuito.

A visitação e todas as sessões especiais da 6ª Mostra Contemporâneas Vivara são gratuitas, com inscrição antecipada e vagas limitadas. Escolha abaixo o seu tipo de ingresso.

Espaço intimistaA experiência da mostra preza por criar um ambiente adequado para o público e para as artistas. Por isso, a quantidade de lugares em cada sessão é reduzida.

DisponibilidadeA disponibilidade está sujeita à demanda. Retire seu ingresso o quanto antes para garantir a sua vaga.

Toda sessão inclui a exposiçãoAo garantir qualquer ingresso que não seja o Acesso à Exposição, você também terá, automaticamente, acesso à exposição.

Café VivaraAberto de forma gratuita exclusivamente às pessoas que acessarem a exposição com ingresso. Não é aberto ao público em geral.

Escolha seu ingresso.

Exposição

acesso à mostra com obras das 16 artistas em exposição

O ingresso dá acesso à exposição composta por obras de 16 artistas e ao Café Vivara.

Visite a exposição no seu próprio horário, com inscrição antecipada. Terça a sexta, das 11h às 19h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h; fechada às segundas. O acesso inclui o Café Vivara, aberto exclusivamente a quem visita com ingresso.

80 lugares por horário de agendamento · entrada gratuita

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Programação Paralela

visitas guiadas, diálogos entre escritoras e performances

O ingresso dá acesso à exposição composta por obras de 16 artistas, ao Café Vivara e à atividade disponível no horário escolhido por você.

Agenda de atividades

01Visitas guiadas com professores da Casa do Saber

Neste novo formato de visitação, professores da Casa do Saber recebem os visitantes e compartilham com eles a leitura que fazem das obras presentes na exposição.

O digital raramente esfria o afeto. Ao contrário, quase sempre o superaquece: a indignação que viraliza, a intimidade que se acelera, o luto que sobrevive num perfil que continua ativo. E ao mesmo tempo o reformata, criando uma sintaxe própria (o emoji, o áudio, o tempo entre mensagens). O encontro trata dessa ambiguidade: o que se inscreve e o que se perde quando um afeto passa a viver na tela, entre a memória e o esquecimento programado.

20 lugares · inclui acesso à exposição

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Chamamos de “afeto” quase tudo o que sentimos e, ao usar a palavra à exaustão, a esvaziamos. Afetos não são substâncias guardadas dentro de nós, mas algo que circula entre o corpo, o outro e a cena e que, de saída, é indeterminado; que se transforma quando encontra um nome. Toda época torna certos afetos disponíveis, outros hegemônicos, outros obrigatórios. Ter um vocabulário dos afetos é, no fim, uma forma de não ser governado por eles.

20 lugares · inclui acesso à exposição

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Há uma dimensão do afeto que a ciência e a técnica não alcançam, e que a palavra carrega desde sempre: o que comove o espírito. Kivitz, voz do cristianismo para além do templo, trata do amor como compaixão, graça e escândalo: aquilo que move alguém a se voltar para o outro, e que confronta o poder em vez de acomodá-lo. Num ciclo atravessado por máquina, código e química, ele abre o registro do sagrado sem transformá-lo em pregação.

20 lugares · inclui acesso à exposição

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O afeto vive na fronteira entre o que sentimos e o que se passa no corpo, entre o sentido e a sinapse. Mais do que como, a questão principal é o que substâncias e experiências não ordinárias podem nos ensinar sobre nossos afetos, e o que isso revela sobre suas naturezas não apenas química, mas também simbólica. Como estados alterados de consciência reorganizam o que sentimos? Em última instância, é possível (ou correto) pensar os afetos apenas como algo químico?

20 lugares · inclui acesso à exposição

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Sentimos através das máquinas todos os dias, mas o que acontece quando se decide ensiná-las a sentir de volta? E, antes disso, vale a pergunta: por que faríamos algo assim? O que exatamente se codifica quando um sistema é treinado para reconhecer emoção, e o que se apaga nessa tradução? O que ganha contornos inesperados e muitas vezes enviesados, evidenciando a falsa neutralidade da ideia de técnica?

20 lugares · inclui acesso à exposição

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A exposição ocupa uma casa, e este encontro interroga a escolha. Há uma dupla leitura do lugar onde o sujeito se fixa e se liga: a casa como primeira arquitetura afetiva (onde se aprende a conviver, lembrar e pertencer) e como território político, porque é a cidade que decide quem tem direito a um lugar. O afeto que nos prende a um espaço fala, ao mesmo tempo, de um investimento íntimo e de uma questão material.

20 lugares · inclui acesso à exposição

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Em muitas tradições, sonhar não é fechar-se no próprio inconsciente: é deslocar-se, encontrar o outro, conhecer o mundo. A partir da vida onírica yanomami, o sonho como uma forma de saber e de vínculo, o oposto de uma ideia puramente mecânica de consolidação de memória. Depois de o ciclo atravessar corpo, casa, máquina e química, ela abre a forma mais antiga e mais ampla de ser afetado: aquela que não se traduz em código nem em diagnóstico.

20 lugares · inclui acesso à exposição

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Os primeiros vínculos instalam uma gramática silenciosa: a forma como fomos cuidados e amados enviesa o modo como amamos, buscamos e recusamos. Essa herança por vezes se torna destino e mostra que boa parte do que chamamos de amor é uma construção social e histórica, não uma natureza. A pergunta que ela sustenta é sobre o que converte a repetição em escolha: como transformar o afeto que se herda no automático em algo que se possa, enfim, decidir?

20 lugares · inclui acesso à exposição

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E se aquilo que chamamos de amor não fosse natural nem universal, mas uma tecnologia? Algo que se aprende, se organiza e se herda? O encontro pensa a monogamia e as formas ocidentais de vínculo como dispositivos que organizam corpos e territórios, e recoloca o afeto a partir de cosmologias indígenas. Não como oposição fetichizada e exotizada, mas como pergunta sobre o que fomos ensinados a chamar de amor (e por que só de um jeito).

20 lugares · inclui acesso à exposição

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02Afetadas

A cada sessão, duplas de escritoras dialogam sobre seus trabalhos e fazem pequenas leituras. Mediadas pela curadora da programação, Giuliana Bergamo, as conversas são motivadas por afetos como o riso, a palavra e o invisível, entre outros. Vagas limitadas.

Encontro com duas horas de duração e mediação da curadora da programação, Giuliana Bergamo.

20 lugares · 2h de duração · inclui acesso à exposição

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Encontro com duas horas de duração e mediação da curadora da programação, Giuliana Bergamo.

20 lugares · 2h de duração · inclui acesso à exposição

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Encontro com duas horas de duração e mediação da curadora da programação, Giuliana Bergamo.

20 lugares · 2h de duração · inclui acesso à exposição

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Encontro com duas horas de duração e mediação da curadora da programação, Giuliana Bergamo.

20 lugares · 2h de duração · inclui acesso à exposição

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Encontro com duas horas de duração e mediação da curadora da programação, Giuliana Bergamo.

20 lugares · 2h de duração · inclui acesso à exposição

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Encontro com duas horas de duração e mediação da curadora da programação, Giuliana Bergamo.

20 lugares · 2h de duração · inclui acesso à exposição

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Encontro com duas horas de duração e mediação da curadora da programação, Giuliana Bergamo.

20 lugares · 2h de duração · inclui acesso à exposição

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03Performances

Apresentações que acontecem dentro da mostra, em datas únicas e com pouquíssimos lugares. Cada performance inclui o acesso à exposição.

Em três apresentações abertas ao público, a multiartista propõe um contato íntimo com a fé: uma força profundamente feminina e transgressora capaz de transformar o real.

20 lugares por apresentação · inclui acesso à exposição

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A ciência, desde Darwin, vem colocando a ideia de nossa humanidade em disputa. O imaginário científico é povoado de histórias sobre macacos, mitocôndrias e minhocas, mas nos educa pouco para pensar no que faz da gente, gente. Nesta palestra-performance, que combina ciência e arte, a timidez se torna uma chave para se olhar para dentro e pensar no lugar que nossa espécie ocupa no mundo.

apresentação única · 20 lugares · inclui acesso à exposição

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